“Chorar no Club” é o sétimo álbum de originais de Carolina Deslandes e talvez o seu projeto mais ousado até hoje. Com 24 faixas, cada uma representando uma hora do dia, o disco convida-nos a viver um ciclo completo de emoções, da meia-noite à meia-noite, entre luzes de discoteca e silêncios de introspeção.
É um álbum pensado para ser dançado e sentido, que mistura batidas eletrónicas com a melancolia poética que já é marca da artista. Produzido em colaboração com Feodor Bivol, MAR, Jon e D’AY, atravessa territórios de desejo, feminismo, solidão, celebração e liberdade emocional.
Para Carolina, este disco é também um reencontro com a mulher que existia antes da maternidade e com a mulher que está agora a descobrir: ousada, feminista, sensual, solitária, introspectiva e, acima de tudo, livre. É uma celebração da vida, misturada com a vontade de sossegar a solidão, e um retrato de uma geração que, mais do que desinteressada, se sente incompreendida e à procura de pertencer. A artista destaca ainda como o álbum representa todas as suas personalidades, com as suas dúvidas e desejos, e sublinha a importância de curar os corações partidos, num tempo em que todos precisamos, de alguma forma, de terapia.
Entre os destaques estão temas como “Sexo Fraco”, “Eu Deixei”, “Tento na Língua” (com iolanda), “Pensar em Mim” e “Plot Twist”, com videoclipe oficial disponível. Cada música encontra o seu lugar na narrativa, começando com “Ruína” às 00h e terminando com “A Terra é Redonda” às 23h, como se fosse uma trilha sonora para um dia inteiro de sentimentos.“Chorar no Club” é um álbum sobre pertencer, sobre vermo-nos uns nos outros, sobre dançar de olhos fechados e chorar com a cabeça erguida. É um manifesto emocional de uma geração e, acima de tudo, um convite à liberdade.